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O técnico Wanderley Luxemburgo admitiu a possibilidade de aventurar-se na carreira política. O convite foi feito pelo PSB do Tocantins. .
Em entrevista a Rádio Bandeirantes, deu a seguinte declaração:
"Pode ser que eu seja candidato a senador por Tocantins. Se eu vir que há a possibilidade de ingressar por esse caminho, pode ser que caminhe para lá (senado)."
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Enquanto não se decide, seu nome vai sendo cada vez mais difundido no Tocantins através da TAÇA WANDERLEY (ou Vanderlei) LUXEMBURGO.
A Taça, disputada nas categorias Sub-12, 14, 16 e 18, já foi sucesso em Palmas e, provavelmente em setembro, acontecerá nas cidades de Araguaina e Gurupi. Sua edição se dá graças a uma parceria entre as Secretarias de Esportes das respectivas cidades e a Prefeitura Municipal de Palmas, por meio Secretaria da Juventude e Esportes (Sejuves).
Segundo o técnico Wanderley Luxemburgo, assim como aconteceu em Palmas, o objetivo da Taça que leva seu nome é descobrir novos talentos e contribuir para o desenvolvimento do futebol no Tocantins.
Jean Fernandes, pode ser um destes novos talentos.
O garoto que foi um dos destaques em Palmas deve viajar hoje para São Paulo, onde fará parte do time de base do Santos.
Para Jean a oportunidade de treinar em um time como o Santos pode resultar em uma experiência positiva:
“Tenho certeza que vai ser uma experiência muito boa. O tipo da coisa que vale a pena pelo menos tentar.”
De acordo com Luxemburgo, treinar no time de base do Santos dará a Jean a oportunidade de mostrar se pode ser ou não um bom jogador.
Consta ainda nos planos futuros do atual técnico do Santos ser manager de uma grande equipe do futebol brasileiro:
"Pode ser que no ano que vem eu comece a direcionar minha vida profissional para ser diretor, manager de um clube.
Pode ser que eu coloque um técnico, no próprio Santos, em que eu seja o Alex Ferguson, o Arsene Wenger ou o Capello, para fazer uma gestão profissional.
Quero algo bem profissional, que seja para mudar a cara do futebol. Estou preparado para isso. Então, pode ser que eu fique no campo, mas dentro do futebol de uma outra maneira, já como um manager responsável pelo futebol. Fazer uma proposta para trabalhar dentro de orçamento, de investimento, totalmente diferente do que existe hoje no futebol e colocar um técnico que pode estar no campo dando treinamento e que pode até estar no jogo, junto comigo, no banco. É uma coisa que pode começar, que eu tenho na cabeça há muito.”
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E ainda tem quem se preocupe com o futuro do futebol brasileiro. Por quê?
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